top of page


O verdadeiro drible não foi com a bola
A Globo não perdeu a maior fatia da Copa por falta de dinheiro ou de competência. Ela perdeu porque continuou respondendo a uma pergunta que o público parou de fazer. E a CazéTV foi lá e percebeu que existia uma pergunta nova.

Igor Schulenburg
23 de jun.


Eu não queria a Copa inchada, mas o coração disse sim!
Seleção de Curaçao comemora no vestiário após empate histórico contra o Equador na Copa 2026. Quarenta e oito seleções. Mais jogos, mais grupos, mais zebras. É inchaço. É festa de participação travestida de Copa do Mundo. Eu fazia parte do coro dos que torciam o nariz — e escrevi sobre isso aqui mesmo, antes da bola rolar. Pois a Copa me desarmou. E me desarmou ao vivo, porque eu estou vendo quase tudo. Jogo após jogo, sentado, assistindo a história ser escrita na minha frent

Igor Schulenburg
22 de jun.


Usei o Fable 5, antes dele sumir e digo: A cova da humanidade não é a Skynet
É a primeira vez na história que um governo federal tira do ar um modelo de IA público, usado por milhões de pessoas. Pensa no precedente! Coincidência, claro. Deve ser tudo coincidência.

Igor Schulenburg
16 de jun.


A última vez que o Brasil foi campeão, eu tinha 22 anos
Em 1994, eu tinha 14. A idade certa pra uma Copa entrar na veia e não sair mais. Lembro do nó na garganta na final contra a Itália. Do jogo travado, nervoso, zero a zero que parecia eterno.

Igor Schulenburg
9 de jun.


Do que você é feito?
"Estão prestes a sair do papel. Como coisa que existe no mundo. E a palavra pra definir isso é orgulho. De ter descoberto no processo, que sou capaz de mais do que imaginava."

Igor Schulenburg
27 de mai.


É bússola, não âncora
Na comunicação (e na vida), se ignorarmos a própria memória, tudo fica genérico. Se há apego demais a ponto de viver no passado, tudo trava.

Igor Schulenburg
15 de mai.


Aprendi a postar no dia seguinte
No mundo do conteúdo, a pressão pra estar sempre presente é enorme. Mas presença sem substância é só ruído. E ruído, o mundo já tem de sobra.

Igor Schulenburg
6 de mai.


Os ídolos de papel não deixam saudade
Estamos num hiato de exemplos. Os ídolos que nos ensinaram o que é excelência com humildade estão partindo — e não estão sendo substituídos. Não porque o talento acabou. Porque o caráter ficou raro.

Igor Schulenburg
18 de abr.


Marshall, você precisava ver isso
Marshall morreu em 1980. Mas eu precisava ligar pra ele essa semana. "Marshall, temos um problema novo. O meio agora pensa."

Igor Schulenburg
16 de abr.
.png)
CONTATO
Um lugar pra organizar ideias, dividir sentidos e deixar registrado aquilo que, se não for escrito, passa.
bottom of page



