A perda de controle, se vier, vem por comodidade. A gente facilita uma coisa, depois outra, delega uma decisão, depois a seguinte, até o dia em que a participação humana vira opcional. E a gente foi entregando porque era mais prático.
Um cargo não vira descartável só porque alguém usou uma ferramenta. Ele vira frágil quando a relação em volta dele perde transparência. Comunicação é sobre não deixar que o medo do julgamento vire hábito de esconder o próprio processo.