O problema aparece na pequena narrativa construída entre o sujeito e o verbo. Quando lemos que uma inteligência artificial agiu “para enganar humanos”, imaginamos uma criatura consciente do significado da mentira. Alguém do outro lado da tela, escondendo intenções, planejando passos e escolhendo nos tratar como adversários.
É a primeira vez na história que um governo federal tira do ar um modelo de IA público, usado por milhões de pessoas. Pensa no precedente! Coincidência, claro. Deve ser tudo coincidência.